Um médico entrou. Alguém me deu algo.
Quando acordei, senti como se tudo dentro de mim tivesse sido esvaziado.
Perguntei novamente.
“Onde ele está?”
Ela virou a página da revista e disse:
“Você precisa seguir em frente.”
Perguntei se haveria um funeral.
“Não há nada para você fazer aqui”, ela respondeu.
Naquela noite, quando ela saiu, uma enfermeira voltou silenciosamente.
Ela me entregou um pedaço de papel e sussurrou:
“Se você quiser escrever alguma coisa… vou tentar mandar com ele.”