Eu não tinha mais nada.
Exceto uma coisa.
Escrevi uma única frase:
“Diga a ele que ele era amado.”
Entreguei a ela o bilhete — e um pequeno cobertor que eu havia feito em segredo. Lã azul. Passarinhos amarelos bordados nos cantos. A única coisa que parecia pertencer a nós dois.
No dia seguinte, tudo havia sumido.
Quando perguntei sobre o cobertor mais tarde, minha mãe disse que o havia queimado. Disse que não era saudável para mim guardá-lo.
E então me mandaram para a faculdade… antes mesmo de eu ter me recuperado.
Sem túmulo.
Sem respostas.