Meu filho emprestou seu guarda-chuva para uma senhora grávida desconhecida na chuva – na manhã seguinte, 47 guarda-chuvas apareceram em nosso gramado, cada um com uma caixa numerada que me deixou arrepiada.

O guarda-chuva azul não era caro. Tinha um cabo de madeira, um botão prateado que emperrava e a letra torta do Darren na alça, porque Eli perdia tudo quando era pequeno.

"Onde está seu guarda-chuva, querido?"

Mas ele nunca perdia aquele guarda-chuva.

Darren o havia comprado dois meses antes da doença o levar. Desde então, Eli o levava para todos os lugares.

"Como assim 'sumiu'?", perguntei.

Eli engoliu em seco. "Desculpe, mamãe. Eu dei para alguém." "Você deu? E daí..."

Seu queixo caiu.