O guarda-chuva azul não era caro. Tinha um cabo de madeira, um botão prateado que emperrava e a letra torta do Darren na alça, porque Eli perdia tudo quando era pequeno.
"Onde está seu guarda-chuva, querido?"
Mas ele nunca perdia aquele guarda-chuva.
Darren o havia comprado dois meses antes da doença o levar. Desde então, Eli o levava para todos os lugares.
"Como assim 'sumiu'?", perguntei.
Eli engoliu em seco. "Desculpe, mamãe. Eu dei para alguém." "Você deu? E daí..."
Seu queixo caiu.