Liguei o carro.
“Margaret, não faça isso sozinha”, disse ele. “Já estou indo.”
Mas eu já estava dirigindo.
A casa era pequena e comum. Brinquedos espalhados pelo quintal. Sinos de vento pendurados na varanda. Uma caminhonete estacionada na entrada da garagem.
Saí do carro com a Polaroid tão apertada na mão que ela entortou.
Antes que eu pudesse bater, a porta se abriu.
Um menininho estava no corredor segurando um dinossauro de brinquedo.
“Vovô?”, ele chamou por cima do ombro.