Meu filho emprestou seu guarda-chuva para uma senhora grávida desconhecida na chuva – na manhã seguinte, 47 guarda-chuvas apareceram em nosso gramado, cada um com uma caixa numerada que me deixou arrepiada.

“Eli, é do seu pai.”

Ele olhou para a camisa molhada. “Ela também estava com frio. E devia estar preocupada consigo mesma e com o bebê.” “Se eu tivesse ficado doente, você teria feito sopa para mim, e eu teria melhorado.”

Levei os dedos à boca. Como eu podia ficar com raiva?

“Eli…”

“Eu não queria perdê-lo”, ele disse. “Eu prometo. Mas papai sempre dizia que a gente não deve esperar para ajudar.”

Essas palavras acalmaram minha raiva. Darren dizia isso o tempo todo. Quando o carro do vizinho não pegava. Quando alguém derrubava as compras. Até quando estávamos atrasados.

Como eu poderia ficar brava?