“Eli, é do seu pai.”
Ele olhou para a camisa molhada. “Ela também estava com frio. E devia estar preocupada consigo mesma e com o bebê.” “Se eu tivesse ficado doente, você teria feito sopa para mim, e eu teria melhorado.”
Levei os dedos à boca. Como eu podia ficar com raiva?
“Eli…”
“Eu não queria perdê-lo”, ele disse. “Eu prometo. Mas papai sempre dizia que a gente não deve esperar para ajudar.”
Essas palavras acalmaram minha raiva. Darren dizia isso o tempo todo. Quando o carro do vizinho não pegava. Quando alguém derrubava as compras. Até quando estávamos atrasados.
Como eu poderia ficar brava?