Não para mim.
Nunca para mim.
Como se ele não suportasse olhar para a mulher que havia condenado por seu orgulho e ignorância.
Então a médica moveu o transdutor novamente.
Sua expressão mudou.
Não era medo.
Surpresa.
“Espere”, disse ela.
Prendi a respiração. “O que é isso?”