O silêncio tomou conta da sala.
Doze.
O número se instalou no meu peito.
Diego piscou.
Pela primeira vez em semanas, sua certeza começou a ruir.
“Isso não é possível”, disse ele.
O médico apontou para a tela. “Estas são as medidas. Não são baseadas em opinião.”
Paola, que o seguira até a sala como se tivesse o direito de estar ali, parou de mexer nos cabelos.
“Mas ele fez uma cirurgia há dois meses”, disse ela.