Meu paciente.
Não sua esposa acusada.
Não a mulher que todos haviam julgado.
Eu.
Pela primeira vez em semanas, alguém estava do meu lado.
Diego se levantou. “Laura, precisamos conversar.”
Sentei-me lentamente. A médica me ajudou a limpar o gel do meu estômago e me entregou uma toalha. Minhas mãos tremiam, mas não mais de medo.
“Não”, eu disse.